Tungs, tungs, tungs, tungs.
Algo muito interessante irá passar-se no dia 6 de maio.
EXAME INTERMÉDIO DE MATEMÁTICA.
E eu devo estar tão doente, mas tão doente que hoje entrei no fucking site da GAVE.
Na tentativa de encontrar testes intermédios de anos passados a ver se fazia alguns exercícios porque estamos de férias e... KIDDING O.O No way i would fucking do that.
Estava na ideia de ver que tipo de exercios é que os chicos espertos pediam e etc.
Deparei-me então com algo inexplicavelmente ÉPICO. Mas mais para o lado da SUPER EPIC FAIL.
Meus caros amigos.
As criancinhas que figuram nas imagenzinhas da Gavezinha, estão a SORRIR.
Como, como eu pergunto, OH DEUS. Como é que adolescentes NORMAIS podem sorrir por terem de ir fazer testes e exames?
QUANTO É QUE LHES PAGARAM PARA TAL T_T ... ??
ESTARÁ O MUNDO TÃO LOUCO?
SERÁ QUE AS CENOURAS SÃO PRIMAS DOS CAROÇOS?
(carrottes e assim)
Descubram tudo no proximo pos..
Bah.
Descubram tudo por voces próprios.
Este blog não é suposto ter piada. De modo que as minhas tentativas falhadas de piada, não são para serem levadas a sério. Ah, e este blog não é algo de awesome. É apenas um blog de alguém que adora azul e escreve umas coisitas que às vezes até são decentes. Mas só às vezes.
terça-feira, 19 de abril de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
O centro de tudo
É um castelo sem paredes, torres ou escadarias.
Ninguém o governa.
Apenas existe.
É constituido por um algo, fixo no "chão" e vários algos, uns à solta como que fumo, outros dentro de caixas desordenadas. Ora abertas, ora fechadas.
Isto é o centro.
Como não sei que tipo de centro é, e o centro de nada, não o é decerteza, então dei-lhe o nome de "centro de tudo".
Aqui, existe a realidade sem sentimentos. A realidade com sentimentos. E aquilo que poderia ou não ser.
Aqui, abrem-se caminhos todos os dias. Porém, fecham-se outros todos os minutos.
Como sei eu da sua existencia?
Bem. Não sei.
Apenas suponho.
Porque, tem de existir um centro de algo, não tem?
E aliás. A partir do momento em que eu o imagino, esse sítio passa a existir. Não é?
Neste momento, os meus olhos passam por cada palavra que escrevo. Enquanto o meu cérebro, rápido, coordena o que estou a fazer. Pensa no que fiz e está constantemente a actualizar aquilo que irei fazer.
O meu cérebro sabe da vossa pergunta. Ele também tem essa dúvida.
Qual o sentido disto?
Nenhum.
Apenas acho que há muita coisa para dizer.
Vejamos. Um campo cheio de borboletas.
O meu, está apinhado delas.
Das duas uma: Ou me tento focar numa só e apanho-a. Apanhando uma de cada vez.
Ou, deixo-me deslumbrar por imensas. E, ao tentar apanha-las a todas ao mesmo tempo, deixo muitas escapar. Perdendo a noção e a beleza de cada uma.
Tenho ainda, uma hipotese aliada a esta - tento apanhar todas mas acabo por desistir. Não apanhado nenhuma.
Eu tendo a seguir pela segunda. Não sei porque.
É o mesmo com as minhas ideias.
Tenho tantas! Penso em muita coisa. Associo tudo a tudo. Encontro sempre uma ligação entre isto e aquilo.
Mas depois, quando sinto vontade de as expressar, fica tudo uma grande confusão.
E, ou faço coisas incompletas e mal feitas (com as borboletas, deixo-as escapar e fico apenas com uma ou duas), ou acabo mesmo por desistir.
E raras são as vezes em que consigo seguir pelo primeiro caminho. E escolher uma borboleta de cada vez.
Não sei como melhorar isto T_T
há tanta coisa que precisava ser dita! E feita! Mas o tempo, nunca parece ser suficiente. E a desorganização, é um facto.
Ninguém o governa.
Apenas existe.
É constituido por um algo, fixo no "chão" e vários algos, uns à solta como que fumo, outros dentro de caixas desordenadas. Ora abertas, ora fechadas.
Isto é o centro.
Como não sei que tipo de centro é, e o centro de nada, não o é decerteza, então dei-lhe o nome de "centro de tudo".
Aqui, existe a realidade sem sentimentos. A realidade com sentimentos. E aquilo que poderia ou não ser.
Aqui, abrem-se caminhos todos os dias. Porém, fecham-se outros todos os minutos.
Como sei eu da sua existencia?
Bem. Não sei.
Apenas suponho.
Porque, tem de existir um centro de algo, não tem?
E aliás. A partir do momento em que eu o imagino, esse sítio passa a existir. Não é?
Neste momento, os meus olhos passam por cada palavra que escrevo. Enquanto o meu cérebro, rápido, coordena o que estou a fazer. Pensa no que fiz e está constantemente a actualizar aquilo que irei fazer.
O meu cérebro sabe da vossa pergunta. Ele também tem essa dúvida.
Qual o sentido disto?
Nenhum.
Apenas acho que há muita coisa para dizer.
Vejamos. Um campo cheio de borboletas.
O meu, está apinhado delas.
Das duas uma: Ou me tento focar numa só e apanho-a. Apanhando uma de cada vez.
Ou, deixo-me deslumbrar por imensas. E, ao tentar apanha-las a todas ao mesmo tempo, deixo muitas escapar. Perdendo a noção e a beleza de cada uma.
Tenho ainda, uma hipotese aliada a esta - tento apanhar todas mas acabo por desistir. Não apanhado nenhuma.
Eu tendo a seguir pela segunda. Não sei porque.
É o mesmo com as minhas ideias.
Tenho tantas! Penso em muita coisa. Associo tudo a tudo. Encontro sempre uma ligação entre isto e aquilo.
Mas depois, quando sinto vontade de as expressar, fica tudo uma grande confusão.
E, ou faço coisas incompletas e mal feitas (com as borboletas, deixo-as escapar e fico apenas com uma ou duas), ou acabo mesmo por desistir.
E raras são as vezes em que consigo seguir pelo primeiro caminho. E escolher uma borboleta de cada vez.
Não sei como melhorar isto T_T
há tanta coisa que precisava ser dita! E feita! Mas o tempo, nunca parece ser suficiente. E a desorganização, é um facto.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Cold fire
Se o nome que damos a "gelo", fosse fogo, aí faria total sentido dizer " Fogo frio ".
No entanto, também não faz muito sentido dizermos " Fogo quente "
Porque, só por si, a palavra " Fogo ", transmite uma sensação de calor. Certo?
Então, como ficamos :o !! ??
Dizemos apenas Fogo? ...
Mas! O fogo podia ser frio !!

Não encontro um sentido para este post.
Apenas tinha de postar algo.
Estou kinda wtf T_T
... ouy ssim! Tub...Et, iroenu, es erap ăc un et irepus. Ue un geleţnî elinuiţca elat. Tnus ue tsorp?
^^
No entanto, também não faz muito sentido dizermos " Fogo quente "
Porque, só por si, a palavra " Fogo ", transmite uma sensação de calor. Certo?
Então, como ficamos :o !! ??
Dizemos apenas Fogo? ...
Mas! O fogo podia ser frio !!
Não encontro um sentido para este post.
Apenas tinha de postar algo.
Estou kinda wtf T_T
... ouy ssim! Tub...Et, iroenu, es erap ăc un et irepus. Ue un geleţnî elinuiţca elat. Tnus ue tsorp?
^^
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Stardust x3
Pó!
Pó das estrelas!
No exame das olimpiadas de bio-tecnologia, a última pergunta (de desenvolvimento), era algo do género:
"Antigamente, os humanos julgavam que o futuro da nossa espécie, estava nas estrelas. Hoje, sabemos que está nos nossos genes. "
Tinhamos de comentar esta afirmação :o !!
Bem, se o teste não fosse algo sério, eu teria inventado algo deste tipo:
"Bem. Todos sabemos que cada pessoa nasce abençoada com uma estrela. A estrela nascente. Esta estrela, é a estrela que já nasce com todos nós.
Antigamente, pensava-se que as estrelas nascentes, eram capazes de influenciar a personalidade de cada individuo, por conterem aquele pó estrelar que fornecia valores como o carácter, a coragem, a bravura, a lealdade... Etc e tal. Porém, esta teoria depressa foi esquecida porque todos concordaram que não podiam ser as estrelas do céu, pois estas encontravam-se muito longe de nós. Então, viraram-se para as estrelas interiores.
Estas estrelas interiores (mais tarde chamadas de genes), são o "pólo oposto" ao pólo das estrelas. E é por isso que cada sujeito que nasce, atrai uma estrela que se diz que tem poderes protectores em relação à pessoa que a atrai.
Isto, porque as estrelas interiores, conseguiam captar a essencia das estrelas.
Estas estrelas interiores, resultam sempre de um mix das estrelas interiores dos nossos pais. E é por isto que se chamam também estrelas genéticas. O nome encortou para genes, porque a palavra estrela fazia-nos pensar em algo com cinco pontas, quando as estrelas genéticas têm forma de losango.
Desta forma, não são as estrelas do céu que nos garantem o futuro, mas sim as estrelas genéticas, interiores, ou genes.
Para que a nossa espécie se contine a propagar e que novas personalidades sejam adquiridas.
O futuro, está então, dentro de nós."
Mas creio que se escrevesse algo como isto....
Bem. Nem vale a pena comentar 0_0
Pó das estrelas!
No exame das olimpiadas de bio-tecnologia, a última pergunta (de desenvolvimento), era algo do género:
"Antigamente, os humanos julgavam que o futuro da nossa espécie, estava nas estrelas. Hoje, sabemos que está nos nossos genes. "
Tinhamos de comentar esta afirmação :o !!
Bem, se o teste não fosse algo sério, eu teria inventado algo deste tipo:
"Bem. Todos sabemos que cada pessoa nasce abençoada com uma estrela. A estrela nascente. Esta estrela, é a estrela que já nasce com todos nós.
Antigamente, pensava-se que as estrelas nascentes, eram capazes de influenciar a personalidade de cada individuo, por conterem aquele pó estrelar que fornecia valores como o carácter, a coragem, a bravura, a lealdade... Etc e tal. Porém, esta teoria depressa foi esquecida porque todos concordaram que não podiam ser as estrelas do céu, pois estas encontravam-se muito longe de nós. Então, viraram-se para as estrelas interiores.
Estas estrelas interiores (mais tarde chamadas de genes), são o "pólo oposto" ao pólo das estrelas. E é por isso que cada sujeito que nasce, atrai uma estrela que se diz que tem poderes protectores em relação à pessoa que a atrai.
Isto, porque as estrelas interiores, conseguiam captar a essencia das estrelas.
Estas estrelas interiores, resultam sempre de um mix das estrelas interiores dos nossos pais. E é por isto que se chamam também estrelas genéticas. O nome encortou para genes, porque a palavra estrela fazia-nos pensar em algo com cinco pontas, quando as estrelas genéticas têm forma de losango.
Desta forma, não são as estrelas do céu que nos garantem o futuro, mas sim as estrelas genéticas, interiores, ou genes.
Para que a nossa espécie se contine a propagar e que novas personalidades sejam adquiridas.
O futuro, está então, dentro de nós."
Mas creio que se escrevesse algo como isto....
Bem. Nem vale a pena comentar 0_0
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Ikanai demo !!
Há sempre alguém disposto a dar um abraço.
Nós nunca estamos completamente sozinhos.
Sim, esquecemo-nos disto muitas vezes.
Mas, há sempre alguém.
Que quem sabe, te abrace por precisar de um abraço também =D !!
Dakara, nakaide ;)
Nós nunca estamos completamente sozinhos.
Sim, esquecemo-nos disto muitas vezes.
Mas, há sempre alguém.
Que quem sabe, te abrace por precisar de um abraço também =D !!
Dakara, nakaide ;)
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Variável dependente e variável independente.
Porque é que a distância tem de ser a variável dependente se estiver no eixo dos y?
Demores o tempo que demorares, a distância a percorrer será sempre a mesma.
Coisas da matemática x3 .
Estou a brincar. Já sei que tudo o que vai parar ao eixo dos x é independente e tudo o que vai parar ao eixo dos y é dependente. Porque depende do x que escolheres para descobrires o y.
Não estou com grande disposição para coisas destas.
No entanto, tenho de escrever.
Senão a sensação não passa.
Quando se diz que alguém é random. Se calhar a pessoa não é assim tão random. Se calhar as coisas malucas que ela diz umas a seguir às outras, podem parecer que não estão ligadas. Mas estão.
Ora, porque raio fui eu buscar as variáveis dependentes e independentes?
Isto não foi assim ao calhas x3 Lembrei-me delas, porque elas lembram-me algo.
O que não quer dizer que seja sempre assim.
Mas a maioria das vezes, tudo está ligado nas nossas cabeças.
Os outros é que não entendem porque não sabem o que vimos, o que falamos ou o que sentimos.
Está tudo ligado sim senhor.
Conhecem aquelas "Avé-Maria"s que mudam a cor do manto consoante o tempo?
É assim com as pessoas também.
Mudamos de humor, assim...
Eu, não seria capaz de fazer coisas que muita gente faz. Ou dizer coisas que muita gente diz.
Talvez seja por isso que não as entenda.
Porque eu não seria capaz nem nunca me passaria pela cabeça.
Mas whatever.
Bom dia, menina chuva.
Demores o tempo que demorares, a distância a percorrer será sempre a mesma.
Coisas da matemática x3 .
Estou a brincar. Já sei que tudo o que vai parar ao eixo dos x é independente e tudo o que vai parar ao eixo dos y é dependente. Porque depende do x que escolheres para descobrires o y.
Não estou com grande disposição para coisas destas.
No entanto, tenho de escrever.
Senão a sensação não passa.
Quando se diz que alguém é random. Se calhar a pessoa não é assim tão random. Se calhar as coisas malucas que ela diz umas a seguir às outras, podem parecer que não estão ligadas. Mas estão.
Ora, porque raio fui eu buscar as variáveis dependentes e independentes?
Isto não foi assim ao calhas x3 Lembrei-me delas, porque elas lembram-me algo.
O que não quer dizer que seja sempre assim.
Mas a maioria das vezes, tudo está ligado nas nossas cabeças.
Os outros é que não entendem porque não sabem o que vimos, o que falamos ou o que sentimos.
Está tudo ligado sim senhor.
Conhecem aquelas "Avé-Maria"s que mudam a cor do manto consoante o tempo?
É assim com as pessoas também.
Mudamos de humor, assim...
Eu, não seria capaz de fazer coisas que muita gente faz. Ou dizer coisas que muita gente diz.
Talvez seja por isso que não as entenda.
Porque eu não seria capaz nem nunca me passaria pela cabeça.
Mas whatever.
Bom dia, menina chuva.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Uma grande confusão para um pequeno castelo.
Dentro daquele castelo (que mais parecia uma floresta labiríntica do que um castelo), havia uma grande e desorganizada mistura de ideias.
O castelo, situava-se no extremo mais alto do mundo. Dentro de uma cúpula de material branco que o protegia contra as agressões exteriores.
Mas, se por um lado o castelo estava protegido contra o que havia lá fora, quem haveria de o proteger contra o que havia lá dentro?
Sim.
O maior dos perigos é aquele que desconhecemos.
Como o desconhecemos, nada fazemos para nos salva-guardarmos.
E é por isso que este tipo de perigo, é o pior.
E digo-vos que dentro daquele castelo, havia muito a temer...
As ideias matavam-se umas às outras.
As imagens rodopiavam numa roda viva de curtas-metragens que aterravam os pobres sentimentos, fazendo apenas o mais forte, o medo, reinar.
No entanto, havia uma pequena habitação, isolada dentro do castelo.
Isolada porque estava escondia.
Nessa habitação, havia tudo o que era bom.
Mas toda a bondade estava aprisionada. E esta, só saía da sua gaiola para passear pelo jardim. Aí, transformava-se em flores que um jardineiro bondoso e muito simpático, regava com amor e carinho.
Oh, como as flores adoravam aquela doce sensação de água fresca.
Mas ao final do dia, quando o encantamento estava prestes a desaparecer, a bondade tinha de voltar para a gaiola. Gaiola esta que estava presa por fios de seda imaginários, no tecto da pequena habitação.
Não era uma gaiola física. Pois nada naquele castelo o era. A não ser, claro, a cúpula de material duro e branco que os protegia. Mas a pior prisão, é mesmo a prisão psicológica.
Aquela barreira que não nos deixa exprimirmo-nos.
Era assim que a bondade se sentia. Presa. Presa no seu próprio mundo.
Felizmente, um dia um pássaro apareceu e devorou toda a maldade.
Quando estava satisfeito, aprisionou alguns laivos de escuridão dentro de uma prisão de metal frio.
De seguida, cortou gentilmente com o seu bico, os fios de seda imaginários que prendiam a gaiola.
Esta, uma vez "livre", desapareceu. Deixando a porta da habitação aberta para que a bondade se espalhasse agora pelo castelo recém-desocupado.
Então tudo ficou bem.
Porém, com alguma frequência, quando o olhar do pássaro guardião se apazigua e a pressão sobre o mal é algo aliviada, a maldade continua a fazer das suas. O que deixa o castelo num estado lastimoso.
Ainda bem que há mais bondade para o voltar a erguer.
O castelo nunca mais será dominado pela escuridão.
Não, pelo menos enquanto o pequeno pássaro continuar a vigiar o majestoso edifício.
O pássaro era o jardineiro. Que sempre conhecera muito bem as suas flores.
"Obrigada, muito obrigada." Pensava ela enquanto adormecia dentro de um castelo muito mais harmonioso e seguro.
O castelo, situava-se no extremo mais alto do mundo. Dentro de uma cúpula de material branco que o protegia contra as agressões exteriores.
Mas, se por um lado o castelo estava protegido contra o que havia lá fora, quem haveria de o proteger contra o que havia lá dentro?
Sim.
O maior dos perigos é aquele que desconhecemos.
Como o desconhecemos, nada fazemos para nos salva-guardarmos.
E é por isso que este tipo de perigo, é o pior.
E digo-vos que dentro daquele castelo, havia muito a temer...
As ideias matavam-se umas às outras.
As imagens rodopiavam numa roda viva de curtas-metragens que aterravam os pobres sentimentos, fazendo apenas o mais forte, o medo, reinar.
No entanto, havia uma pequena habitação, isolada dentro do castelo.
Isolada porque estava escondia.
Nessa habitação, havia tudo o que era bom.
Mas toda a bondade estava aprisionada. E esta, só saía da sua gaiola para passear pelo jardim. Aí, transformava-se em flores que um jardineiro bondoso e muito simpático, regava com amor e carinho.
Oh, como as flores adoravam aquela doce sensação de água fresca.
Mas ao final do dia, quando o encantamento estava prestes a desaparecer, a bondade tinha de voltar para a gaiola. Gaiola esta que estava presa por fios de seda imaginários, no tecto da pequena habitação.
Não era uma gaiola física. Pois nada naquele castelo o era. A não ser, claro, a cúpula de material duro e branco que os protegia. Mas a pior prisão, é mesmo a prisão psicológica.
Aquela barreira que não nos deixa exprimirmo-nos.
Era assim que a bondade se sentia. Presa. Presa no seu próprio mundo.
Felizmente, um dia um pássaro apareceu e devorou toda a maldade.
Quando estava satisfeito, aprisionou alguns laivos de escuridão dentro de uma prisão de metal frio.
De seguida, cortou gentilmente com o seu bico, os fios de seda imaginários que prendiam a gaiola.
Esta, uma vez "livre", desapareceu. Deixando a porta da habitação aberta para que a bondade se espalhasse agora pelo castelo recém-desocupado.
Então tudo ficou bem.
Porém, com alguma frequência, quando o olhar do pássaro guardião se apazigua e a pressão sobre o mal é algo aliviada, a maldade continua a fazer das suas. O que deixa o castelo num estado lastimoso.
Ainda bem que há mais bondade para o voltar a erguer.
O castelo nunca mais será dominado pela escuridão.
Não, pelo menos enquanto o pequeno pássaro continuar a vigiar o majestoso edifício.
O pássaro era o jardineiro. Que sempre conhecera muito bem as suas flores.
"Obrigada, muito obrigada." Pensava ela enquanto adormecia dentro de um castelo muito mais harmonioso e seguro.
Triste realidade =(
Porque não podemos nós viajar por entre os mundos?
Criar coisas fantásticas? Viver mil e uma aventuras?
Ficar com quem queremos e viver a vida como sempre desejámos?
Cara realidade. Porque és tu tão má? Mostra-nos aquilo que poderíamos ter. Mas depressa escondes isso da nossa vista. Como quem anseia por um pouco de água e vê alguém com uma garrafa. Então esse alguém aproxima a garrafa da nossa boca. Mas depressa a retira. Rindo-se entredentes.
Tu és assim, realidade. Sempre a puxar-nos para trás. Não nos deixas sonhar e tornas as pessoas burras e cegas!
Mas não te rias por muito tempo. Enquanto as crianças se fizerem ouvir, tu ficarás sempre para os tristes adultos. Uma vez que os dominas a todos.
Mas por outro lado, ainda bem que o fazes. A tua presença é necessária para manter o equilibrio.
Pena que sejas tão má às vezes...
Ainda agora. Tomei uma decisão.
Sempre que uma escolha é feita, algo é priveligiado e outro algo é ignorado. Deixado completamente de lado. No entanto, nunca esquecido. Porque perguntamo-nos sempre como poderiam ter as coisas sido se tivessemos escolhido o outro caminho.
Será que tomei uma má decisão?
Pelos vistos sim.
Mas eu também me pergunto.
Para que serve uma amizade se as pessoas se interrogarem para que raio ela serve?
As amizades não servem.
Existem porque sim.
Fazem-nos felizes.
Boa noite, dona Lua.
Criar coisas fantásticas? Viver mil e uma aventuras?
Ficar com quem queremos e viver a vida como sempre desejámos?
Cara realidade. Porque és tu tão má? Mostra-nos aquilo que poderíamos ter. Mas depressa escondes isso da nossa vista. Como quem anseia por um pouco de água e vê alguém com uma garrafa. Então esse alguém aproxima a garrafa da nossa boca. Mas depressa a retira. Rindo-se entredentes.
Tu és assim, realidade. Sempre a puxar-nos para trás. Não nos deixas sonhar e tornas as pessoas burras e cegas!
Mas não te rias por muito tempo. Enquanto as crianças se fizerem ouvir, tu ficarás sempre para os tristes adultos. Uma vez que os dominas a todos.
Mas por outro lado, ainda bem que o fazes. A tua presença é necessária para manter o equilibrio.
Pena que sejas tão má às vezes...
Ainda agora. Tomei uma decisão.
Sempre que uma escolha é feita, algo é priveligiado e outro algo é ignorado. Deixado completamente de lado. No entanto, nunca esquecido. Porque perguntamo-nos sempre como poderiam ter as coisas sido se tivessemos escolhido o outro caminho.
Será que tomei uma má decisão?
Pelos vistos sim.
Mas eu também me pergunto.
Para que serve uma amizade se as pessoas se interrogarem para que raio ela serve?
As amizades não servem.
Existem porque sim.
Fazem-nos felizes.
Boa noite, dona Lua.
Memories? ... Hope? ... Dreams...
http://www.youtube.com/watch?v=6nAVnCCB47A
Little by little.
Fragments of lost memories.
Odd feelings.
This is a nice song :)
Little by little.
Fragments of lost memories.
Odd feelings.
This is a nice song :)
Aquela cor entre as nuvens.
Sejam as nuvens brancas.
Seja então o céu azul
Sejam as nuvens escuras.
Seja então o céu cinzento.
E constatamos que, ou o céu muda de cor em função das nuvens.
Ou as nuvens mudam de cor em função do céu.
Claro que também poderá haver uma explicação científica e muito mais detalhada para isto.
Mas sejam as nuvens brancas. Branquinhas.
E seja o céu azul, muito azul.
E fiquemos a olhar para ele.
Apenas assim.
Durante muito tempo.
Temos sorte em viver neste planeta.
Não acham?
Seja então o céu azul
Sejam as nuvens escuras.
Seja então o céu cinzento.
E constatamos que, ou o céu muda de cor em função das nuvens.
Ou as nuvens mudam de cor em função do céu.
Claro que também poderá haver uma explicação científica e muito mais detalhada para isto.
Mas sejam as nuvens brancas. Branquinhas.
E seja o céu azul, muito azul.
E fiquemos a olhar para ele.
Apenas assim.
Durante muito tempo.
Temos sorte em viver neste planeta.
Não acham?
~ O cartão ~ /_^.^_/ - AVISO - Isto é apenas algo estúpido x3
Poema, ou conjunto de rimas?
Conjunto de rimas.
Pois, não sou poetisa, e com as minhas cismas, (meu próprio teorema)
Digamos que apenas arranjei um tema.
E vou fazê-lo rimar. (ou pelo menos tentar)
E aqui vai disto.
O cartão.
Abençoado cartão.
Com regalias até mais não.
Mas com muito truques e fraudes, pois, como não?
Nesta sociedade, nada é de graça
No meio de tanta ingenuidade, é tudo uma grande farsa.
Mas eu sei bem. Como ludibriar esta gente.
E como todo o esperto alguém, aproveito-me dos tarifários.
E não se sabe, nem se sente. É assim, com quem mente.
Com um pouco de perícia ficaremos milionários
Temos o poder de os controlar.
Se queremos mais ofertas, basta de tarifário mudar.
Se formos muitos, vai mesmo resultar x3 E de repente, mãos generosas são abertas.
Sem carregamentos obrigatórios aqui, e a reduzirem os preços mínimos acolá.
Tão rápido, tão fácil e, já está x3
Conjunto de rimas.
Pois, não sou poetisa, e com as minhas cismas, (meu próprio teorema)
Digamos que apenas arranjei um tema.
E vou fazê-lo rimar. (ou pelo menos tentar)
E aqui vai disto.
O cartão.
Abençoado cartão.
Com regalias até mais não.
Mas com muito truques e fraudes, pois, como não?
Nesta sociedade, nada é de graça
No meio de tanta ingenuidade, é tudo uma grande farsa.
Mas eu sei bem. Como ludibriar esta gente.
E como todo o esperto alguém, aproveito-me dos tarifários.
E não se sabe, nem se sente. É assim, com quem mente.
Com um pouco de perícia ficaremos milionários
Temos o poder de os controlar.
Se queremos mais ofertas, basta de tarifário mudar.
Se formos muitos, vai mesmo resultar x3 E de repente, mãos generosas são abertas.
Sem carregamentos obrigatórios aqui, e a reduzirem os preços mínimos acolá.
Tão rápido, tão fácil e, já está x3
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
~ O conflito interior ~
Indago-me sobre o propósito desdes meus post's!
Pergunto-me o que me leva a escreve-los :o !!
Respondo a mim mesma:
"Cara Carolina. Escreves isto porque sentes um estranho formigueiro nos dedos. E febre de escrita. Sentes também vontade de publicar cada post com um pouco mais de azul. Então daí as imagens azuladas.
No entanto, sempre que abres o espaço de escrita, tens tanto para dizer, que tudo se desvane e só ficam ideias soltas de projectos que podias começar mas sabias que nunca irias acabar. Porque te conheces bem nesse aspecto e sabes que a meio de algo, perdes-te no teu próprio mundo. Que já deverias conhecer bem... Mas não te censuro. Com um mundo tão complicado como o teu, seria preciso um mapa para encontrares o teu próprio mapa."
"Cara consciência. Quem lhe disse que eu me quero encontrar na minha mente? Se andar perdida, sei de tudo um pouco. E um pouco de tudo.
Se me fixo num ponto, fico muito boa nesse campo, e perco tudo o resto!! Quero continuar a tactear os cantos do meu cérebro, à procura de lamparinas. Porque eu tenho o caminho feito. Está é muito escuro! E o caminho é comprido e confuso. Baaah, eu sabia que deveria ter colocado umas placas em Braille para o caso da luz fundir >.< ... "
"Carolina, amiga. Está certo que é bom saberes um pouco de tudo.
Mas, se souberes um pouco de tudo, ficas sem saber nada. Porque um pouco de algo, nunca é a sua totalidade. Logo, sabes apenas meias partes, um terços e uns quartos de informação. Que, quando incompletas, são-te inúteis.
E depois. Cara Carolina. Toda a gente tem mais tendência para uma certa arte, um certo estudo. E o facto de te focares num, não te faz esquecer outros."
"Consciência T_T baaah >.< ... Má.... <.<
Sou tão triste que nem a batalha interior que travo contra a minha própria consciência, sou capaz de vencer!
Não tens vergonha de me fazeres sentir tão estúpida perante o meu ilustre blog??"
"Carolina, ouve-te bem. O que raio estás para aí a dizer? Acorda de uma vez desse sonho confuso, alia-te a mim e seremos capazes de grandes feitos!! Vem, tu completas-me e eu sou a metade que te falta. Duas peças que encaixam numa só e formam a tua personalidade."
"Mas... Tenho medo... Porque não posso ser eu a comandar??"
"Porque tu és uma chorona emocional que nunca sabe bem o que quer. E é para isso que estou cá eu. O teu total oposto. Que tem contra-argumentos para quase todos os teus argumentos e te faz cair na realidade. É ou não verdade?"
"Baah... Eu <.<
Pronto, pronto <.< Mandas tu então consciência..."
"Eu não sou apenas a tua consciência. Sou a tua outra metade! A mais realista e menos positiva. Admiro-te mesmo sabendo que nem sempre és feliz."
"Baaah... Sejas lá o que fores. Obrigada por este momento estranhamente aliviante o.o e esclarecedor o.o que por sua vez me trouxe mais dúvidas que ocuparam os lugares recém disponíveis.
Mas creio que só assim é possivel filosofar."
"Certo. Já estás de novo a voltar para mim e eu para ti."
"Boa noite, lata de sardinhas."
"... ? Porque raio disseste isso?"
"Porque me apeteceu."
Pergunto-me o que me leva a escreve-los :o !!
Respondo a mim mesma:
"Cara Carolina. Escreves isto porque sentes um estranho formigueiro nos dedos. E febre de escrita. Sentes também vontade de publicar cada post com um pouco mais de azul. Então daí as imagens azuladas.
No entanto, sempre que abres o espaço de escrita, tens tanto para dizer, que tudo se desvane e só ficam ideias soltas de projectos que podias começar mas sabias que nunca irias acabar. Porque te conheces bem nesse aspecto e sabes que a meio de algo, perdes-te no teu próprio mundo. Que já deverias conhecer bem... Mas não te censuro. Com um mundo tão complicado como o teu, seria preciso um mapa para encontrares o teu próprio mapa."
"Cara consciência. Quem lhe disse que eu me quero encontrar na minha mente? Se andar perdida, sei de tudo um pouco. E um pouco de tudo.
Se me fixo num ponto, fico muito boa nesse campo, e perco tudo o resto!! Quero continuar a tactear os cantos do meu cérebro, à procura de lamparinas. Porque eu tenho o caminho feito. Está é muito escuro! E o caminho é comprido e confuso. Baaah, eu sabia que deveria ter colocado umas placas em Braille para o caso da luz fundir >.< ... "
"Carolina, amiga. Está certo que é bom saberes um pouco de tudo.
Mas, se souberes um pouco de tudo, ficas sem saber nada. Porque um pouco de algo, nunca é a sua totalidade. Logo, sabes apenas meias partes, um terços e uns quartos de informação. Que, quando incompletas, são-te inúteis.
E depois. Cara Carolina. Toda a gente tem mais tendência para uma certa arte, um certo estudo. E o facto de te focares num, não te faz esquecer outros."
"Consciência T_T baaah >.< ... Má.... <.<
Sou tão triste que nem a batalha interior que travo contra a minha própria consciência, sou capaz de vencer!
Não tens vergonha de me fazeres sentir tão estúpida perante o meu ilustre blog??"
"Carolina, ouve-te bem. O que raio estás para aí a dizer? Acorda de uma vez desse sonho confuso, alia-te a mim e seremos capazes de grandes feitos!! Vem, tu completas-me e eu sou a metade que te falta. Duas peças que encaixam numa só e formam a tua personalidade."
"Mas... Tenho medo... Porque não posso ser eu a comandar??"
"Porque tu és uma chorona emocional que nunca sabe bem o que quer. E é para isso que estou cá eu. O teu total oposto. Que tem contra-argumentos para quase todos os teus argumentos e te faz cair na realidade. É ou não verdade?"
"Baah... Eu <.<
Pronto, pronto <.< Mandas tu então consciência..."
"Eu não sou apenas a tua consciência. Sou a tua outra metade! A mais realista e menos positiva. Admiro-te mesmo sabendo que nem sempre és feliz."
"Baaah... Sejas lá o que fores. Obrigada por este momento estranhamente aliviante o.o e esclarecedor o.o que por sua vez me trouxe mais dúvidas que ocuparam os lugares recém disponíveis.
Mas creio que só assim é possivel filosofar."
"Certo. Já estás de novo a voltar para mim e eu para ti."
"Boa noite, lata de sardinhas."
"... ? Porque raio disseste isso?"
"Porque me apeteceu."
" Não sabia que as palavras trocavam segredos entre si :o !! "
Bem, à cerca do título do blog, não pensem que é algo de muito fantástico. É apenas inspirado nos meus livros de português do segundo ciclo x3 ...
Sim. O livro chama-se "o segredo das palavras".
(Apenas senti que deveria explicar o porquê do titulo)
E agora, algo que escrevi durante o dia de hoje:
-- Faz sol lá fora. Mas chove cá dentro.
As mãos, movem-se como que sozinhas. E o piloto automático manda-te escrever, embalado pelo som da música. Aquela suave música que nunca pára de tocar enquanto eu a quiser ouvir. E o burburinho de fundo, oh, essa doce recordação do mundo real, acorda-te e faz-te perceber que afinal, vives num mundo muito diferente daquele no qual sonharas viver...
E os sorrisos despreocupados daqueles que vivem o momento e nada temem do futuro, vira a melodia da tortura. A inevitável preocupação daqueles que não se contentam com o presente. E a nunca morta esperança. Que perene, persiste pelos tempos. Decepando a realidade e enchendo de ilusões este mundo já por si tão triste. --
E foi isto.
Agora, sobre o tempo. E sobre o homem. E sobre umas coisas x3
-- E enquanto as horas se tornam dias. E os dias se tornam noites. De 12 em 12 horas. E as semanas convertem-se em meses. E os meses passam a anos.
E o tempo passa. E vai passando.
E o homem erra. E vai errando.
E o homem ama. E vai amando.
E o homem tenta. E vai tentando.
E o homem sofre. E vai sofrendo.
E eu? Aprendo. E vou aprendendo.
Que o homem vive. E assim vai vivendo... Mesmo que aos poucos, esteja morrendo...
Endo. Endo. Endo. Endo. Endo.
Ou seja, End (fim) o . "Endo-o" - "Finalizo-o" - "Acabo-o".
E o azul. É uma cor bonita.
Sim. O livro chama-se "o segredo das palavras".
(Apenas senti que deveria explicar o porquê do titulo)
E agora, algo que escrevi durante o dia de hoje:
-- Faz sol lá fora. Mas chove cá dentro.
As mãos, movem-se como que sozinhas. E o piloto automático manda-te escrever, embalado pelo som da música. Aquela suave música que nunca pára de tocar enquanto eu a quiser ouvir. E o burburinho de fundo, oh, essa doce recordação do mundo real, acorda-te e faz-te perceber que afinal, vives num mundo muito diferente daquele no qual sonharas viver...
E os sorrisos despreocupados daqueles que vivem o momento e nada temem do futuro, vira a melodia da tortura. A inevitável preocupação daqueles que não se contentam com o presente. E a nunca morta esperança. Que perene, persiste pelos tempos. Decepando a realidade e enchendo de ilusões este mundo já por si tão triste. --
E foi isto.
Agora, sobre o tempo. E sobre o homem. E sobre umas coisas x3
-- E enquanto as horas se tornam dias. E os dias se tornam noites. De 12 em 12 horas. E as semanas convertem-se em meses. E os meses passam a anos.
E o tempo passa. E vai passando.
E o homem erra. E vai errando.
E o homem ama. E vai amando.
E o homem tenta. E vai tentando.
E o homem sofre. E vai sofrendo.
E eu? Aprendo. E vou aprendendo.
Que o homem vive. E assim vai vivendo... Mesmo que aos poucos, esteja morrendo...
Endo. Endo. Endo. Endo. Endo.
Ou seja, End (fim) o . "Endo-o" - "Finalizo-o" - "Acabo-o".
E o azul. É uma cor bonita.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Coisas das 20 para as 23:30.
23:10.
Ou 20 para as 23:30, digamos assim.
E poderia estar a chover.
E poderia ser noite de lua cheia.
Mas está apenas um vento do caneco, e uma lua em quarto minguante.
E amanhã poderia ser Sábado.
Mas isso significaria que dali a dois dias, seria segunda-feira.
No entanto, daqui a dois dias é Domingo.
Por isso, parem de se queixar sobre aquilo que poderia ou não poderia ser.
Porque toda a má situação, tem um lado positivo.
Situação problema:
Estão no deserto há mais de uma semana. E o vosso único pensamento é "Meu Deus. Só queria ver água à minha frente!"
E depois, aparece-vos uma miragem de um oásis fantástico.
Lado positivo: Viram ou não viram água à vossa frente?
Lado negativo: Não sabem qual é o lado negativo? Bem, tentem beber a água da miragem e depois digam-me alguma coisa.
E é tudo por hoje.
Ou não.
Mas há uma percentegem elevada para a afirmação A. Sendo que amanhã não é Sábado e eu tenho aulas de química às 8:20.
Fiquem lá com mais uma imagem fofinha *-*
Ou 20 para as 23:30, digamos assim.
E poderia estar a chover.
E poderia ser noite de lua cheia.
Mas está apenas um vento do caneco, e uma lua em quarto minguante.
E amanhã poderia ser Sábado.
Mas isso significaria que dali a dois dias, seria segunda-feira.
No entanto, daqui a dois dias é Domingo.
Por isso, parem de se queixar sobre aquilo que poderia ou não poderia ser.
Porque toda a má situação, tem um lado positivo.
Situação problema:
Estão no deserto há mais de uma semana. E o vosso único pensamento é "Meu Deus. Só queria ver água à minha frente!"
E depois, aparece-vos uma miragem de um oásis fantástico.
Lado positivo: Viram ou não viram água à vossa frente?
Lado negativo: Não sabem qual é o lado negativo? Bem, tentem beber a água da miragem e depois digam-me alguma coisa.
E é tudo por hoje.
Ou não.
Mas há uma percentegem elevada para a afirmação A. Sendo que amanhã não é Sábado e eu tenho aulas de química às 8:20.
Fiquem lá com mais uma imagem fofinha *-*
E assim foi ^-^
Blogue criado!
Não, não sou poetisa.
Não, não sou poetisa.
Não, não escrevo histórias fantásticas.
Não, não tenho nenhum tipo de talento maravilhoso que pretendo mostrar ao mundo ao algo.
Não, não tenho nenhum tipo de talento maravilhoso que pretendo mostrar ao mundo ao algo.
Mas yaaa, criei um blog =D !!
Sim, as pessoas desinteressantes também criam blogs!
Porque se apenas existirem blogs interessantes, estes não podem ser destacados dos outros.
Pois se são todos importantes, nenhum deles é.
Então cá estou eu! Para cumprir o meu dever e fazer com que os blogs awesome, fiquem ainda mais awesome.
"Caro blog:
Escrevo o presente texto porque tenho uma grande necessidade de me exprimir.
Normalmente, teria pegado num caderno e teria escrito lá algo de um ímpeto, não conseguindo depois decifrar a minha própria caligrafia.
Para me poupar de mais esforços, e também para não gastar folhas, carvão ou tinta, sacrifico o meu teclado em prol de um bem maior.
Dizer o que bem quiser e entender.
Poderia expressar-me em forma de som. Ou ... energia?
Mas prefiro escrever.
E escrevo muito. Demasiado até. O que digo pode ser infantil. Pode ser chato ou incompreendido. Mas ninguém é obrigado a ler."
Normalmente, teria pegado num caderno e teria escrito lá algo de um ímpeto, não conseguindo depois decifrar a minha própria caligrafia.
Para me poupar de mais esforços, e também para não gastar folhas, carvão ou tinta, sacrifico o meu teclado em prol de um bem maior.
Dizer o que bem quiser e entender.
Poderia expressar-me em forma de som. Ou ... energia?
Mas prefiro escrever.
E escrevo muito. Demasiado até. O que digo pode ser infantil. Pode ser chato ou incompreendido. Mas ninguém é obrigado a ler."
Vou falar então sobre algo que me está a incomodar desde manhãzinha.
Digamos que tive teste de filosofia, e escrevi para lá umas coisas muito doidas que espero que o meu professor, com toda aquela mente e coração filosóficos, me entenda e me dê uma boa notaa T_T ...
E então, como exemplo de juízos de facto e de valor, eu escrevi algo do género "Dois mais dois são quatro" (isto é juízo de facto, óbvio). No entanto, se eu expressar a minha opinião sobre a elegante forma do número dois, já estou a fazer um juízo de valor.
Porque o número dois, é realmente um número bonito. E é o meu preferido *-* E isto é verdade, não éee ?? :o !!!
Espero ter um resultado decente T_T ...
Imagem kawai do post:
Espero ter um resultado decente T_T ...
Imagem kawai do post:
Digam lá se isto não é simplesmente lindo...
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