Dentro daquele castelo (que mais parecia uma floresta labiríntica do que um castelo), havia uma grande e desorganizada mistura de ideias.
O castelo, situava-se no extremo mais alto do mundo. Dentro de uma cúpula de material branco que o protegia contra as agressões exteriores.
Mas, se por um lado o castelo estava protegido contra o que havia lá fora, quem haveria de o proteger contra o que havia lá dentro?
Sim.
O maior dos perigos é aquele que desconhecemos.
Como o desconhecemos, nada fazemos para nos salva-guardarmos.
E é por isso que este tipo de perigo, é o pior.
E digo-vos que dentro daquele castelo, havia muito a temer...
As ideias matavam-se umas às outras.
As imagens rodopiavam numa roda viva de curtas-metragens que aterravam os pobres sentimentos, fazendo apenas o mais forte, o medo, reinar.
No entanto, havia uma pequena habitação, isolada dentro do castelo.
Isolada porque estava escondia.
Nessa habitação, havia tudo o que era bom.
Mas toda a bondade estava aprisionada. E esta, só saía da sua gaiola para passear pelo jardim. Aí, transformava-se em flores que um jardineiro bondoso e muito simpático, regava com amor e carinho.
Oh, como as flores adoravam aquela doce sensação de água fresca.
Mas ao final do dia, quando o encantamento estava prestes a desaparecer, a bondade tinha de voltar para a gaiola. Gaiola esta que estava presa por fios de seda imaginários, no tecto da pequena habitação.
Não era uma gaiola física. Pois nada naquele castelo o era. A não ser, claro, a cúpula de material duro e branco que os protegia. Mas a pior prisão, é mesmo a prisão psicológica.
Aquela barreira que não nos deixa exprimirmo-nos.
Era assim que a bondade se sentia. Presa. Presa no seu próprio mundo.
Felizmente, um dia um pássaro apareceu e devorou toda a maldade.
Quando estava satisfeito, aprisionou alguns laivos de escuridão dentro de uma prisão de metal frio.
De seguida, cortou gentilmente com o seu bico, os fios de seda imaginários que prendiam a gaiola.
Esta, uma vez "livre", desapareceu. Deixando a porta da habitação aberta para que a bondade se espalhasse agora pelo castelo recém-desocupado.
Então tudo ficou bem.
Porém, com alguma frequência, quando o olhar do pássaro guardião se apazigua e a pressão sobre o mal é algo aliviada, a maldade continua a fazer das suas. O que deixa o castelo num estado lastimoso.
Ainda bem que há mais bondade para o voltar a erguer.
O castelo nunca mais será dominado pela escuridão.
Não, pelo menos enquanto o pequeno pássaro continuar a vigiar o majestoso edifício.
O pássaro era o jardineiro. Que sempre conhecera muito bem as suas flores.
"Obrigada, muito obrigada." Pensava ela enquanto adormecia dentro de um castelo muito mais harmonioso e seguro.
Este blog não é suposto ter piada. De modo que as minhas tentativas falhadas de piada, não são para serem levadas a sério. Ah, e este blog não é algo de awesome. É apenas um blog de alguém que adora azul e escreve umas coisitas que às vezes até são decentes. Mas só às vezes.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Triste realidade =(
Porque não podemos nós viajar por entre os mundos?
Criar coisas fantásticas? Viver mil e uma aventuras?
Ficar com quem queremos e viver a vida como sempre desejámos?
Cara realidade. Porque és tu tão má? Mostra-nos aquilo que poderíamos ter. Mas depressa escondes isso da nossa vista. Como quem anseia por um pouco de água e vê alguém com uma garrafa. Então esse alguém aproxima a garrafa da nossa boca. Mas depressa a retira. Rindo-se entredentes.
Tu és assim, realidade. Sempre a puxar-nos para trás. Não nos deixas sonhar e tornas as pessoas burras e cegas!
Mas não te rias por muito tempo. Enquanto as crianças se fizerem ouvir, tu ficarás sempre para os tristes adultos. Uma vez que os dominas a todos.
Mas por outro lado, ainda bem que o fazes. A tua presença é necessária para manter o equilibrio.
Pena que sejas tão má às vezes...
Ainda agora. Tomei uma decisão.
Sempre que uma escolha é feita, algo é priveligiado e outro algo é ignorado. Deixado completamente de lado. No entanto, nunca esquecido. Porque perguntamo-nos sempre como poderiam ter as coisas sido se tivessemos escolhido o outro caminho.
Será que tomei uma má decisão?
Pelos vistos sim.
Mas eu também me pergunto.
Para que serve uma amizade se as pessoas se interrogarem para que raio ela serve?
As amizades não servem.
Existem porque sim.
Fazem-nos felizes.
Boa noite, dona Lua.
Criar coisas fantásticas? Viver mil e uma aventuras?
Ficar com quem queremos e viver a vida como sempre desejámos?
Cara realidade. Porque és tu tão má? Mostra-nos aquilo que poderíamos ter. Mas depressa escondes isso da nossa vista. Como quem anseia por um pouco de água e vê alguém com uma garrafa. Então esse alguém aproxima a garrafa da nossa boca. Mas depressa a retira. Rindo-se entredentes.
Tu és assim, realidade. Sempre a puxar-nos para trás. Não nos deixas sonhar e tornas as pessoas burras e cegas!
Mas não te rias por muito tempo. Enquanto as crianças se fizerem ouvir, tu ficarás sempre para os tristes adultos. Uma vez que os dominas a todos.
Mas por outro lado, ainda bem que o fazes. A tua presença é necessária para manter o equilibrio.
Pena que sejas tão má às vezes...
Ainda agora. Tomei uma decisão.
Sempre que uma escolha é feita, algo é priveligiado e outro algo é ignorado. Deixado completamente de lado. No entanto, nunca esquecido. Porque perguntamo-nos sempre como poderiam ter as coisas sido se tivessemos escolhido o outro caminho.
Será que tomei uma má decisão?
Pelos vistos sim.
Mas eu também me pergunto.
Para que serve uma amizade se as pessoas se interrogarem para que raio ela serve?
As amizades não servem.
Existem porque sim.
Fazem-nos felizes.
Boa noite, dona Lua.
Memories? ... Hope? ... Dreams...
http://www.youtube.com/watch?v=6nAVnCCB47A
Little by little.
Fragments of lost memories.
Odd feelings.
This is a nice song :)
Little by little.
Fragments of lost memories.
Odd feelings.
This is a nice song :)
Aquela cor entre as nuvens.
Sejam as nuvens brancas.
Seja então o céu azul
Sejam as nuvens escuras.
Seja então o céu cinzento.
E constatamos que, ou o céu muda de cor em função das nuvens.
Ou as nuvens mudam de cor em função do céu.
Claro que também poderá haver uma explicação científica e muito mais detalhada para isto.
Mas sejam as nuvens brancas. Branquinhas.
E seja o céu azul, muito azul.
E fiquemos a olhar para ele.
Apenas assim.
Durante muito tempo.
Temos sorte em viver neste planeta.
Não acham?
Seja então o céu azul
Sejam as nuvens escuras.
Seja então o céu cinzento.
E constatamos que, ou o céu muda de cor em função das nuvens.
Ou as nuvens mudam de cor em função do céu.
Claro que também poderá haver uma explicação científica e muito mais detalhada para isto.
Mas sejam as nuvens brancas. Branquinhas.
E seja o céu azul, muito azul.
E fiquemos a olhar para ele.
Apenas assim.
Durante muito tempo.
Temos sorte em viver neste planeta.
Não acham?
~ O cartão ~ /_^.^_/ - AVISO - Isto é apenas algo estúpido x3
Poema, ou conjunto de rimas?
Conjunto de rimas.
Pois, não sou poetisa, e com as minhas cismas, (meu próprio teorema)
Digamos que apenas arranjei um tema.
E vou fazê-lo rimar. (ou pelo menos tentar)
E aqui vai disto.
O cartão.
Abençoado cartão.
Com regalias até mais não.
Mas com muito truques e fraudes, pois, como não?
Nesta sociedade, nada é de graça
No meio de tanta ingenuidade, é tudo uma grande farsa.
Mas eu sei bem. Como ludibriar esta gente.
E como todo o esperto alguém, aproveito-me dos tarifários.
E não se sabe, nem se sente. É assim, com quem mente.
Com um pouco de perícia ficaremos milionários
Temos o poder de os controlar.
Se queremos mais ofertas, basta de tarifário mudar.
Se formos muitos, vai mesmo resultar x3 E de repente, mãos generosas são abertas.
Sem carregamentos obrigatórios aqui, e a reduzirem os preços mínimos acolá.
Tão rápido, tão fácil e, já está x3
Conjunto de rimas.
Pois, não sou poetisa, e com as minhas cismas, (meu próprio teorema)
Digamos que apenas arranjei um tema.
E vou fazê-lo rimar. (ou pelo menos tentar)
E aqui vai disto.
O cartão.
Abençoado cartão.
Com regalias até mais não.
Mas com muito truques e fraudes, pois, como não?
Nesta sociedade, nada é de graça
No meio de tanta ingenuidade, é tudo uma grande farsa.
Mas eu sei bem. Como ludibriar esta gente.
E como todo o esperto alguém, aproveito-me dos tarifários.
E não se sabe, nem se sente. É assim, com quem mente.
Com um pouco de perícia ficaremos milionários
Temos o poder de os controlar.
Se queremos mais ofertas, basta de tarifário mudar.
Se formos muitos, vai mesmo resultar x3 E de repente, mãos generosas são abertas.
Sem carregamentos obrigatórios aqui, e a reduzirem os preços mínimos acolá.
Tão rápido, tão fácil e, já está x3
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
~ O conflito interior ~
Indago-me sobre o propósito desdes meus post's!
Pergunto-me o que me leva a escreve-los :o !!
Respondo a mim mesma:
"Cara Carolina. Escreves isto porque sentes um estranho formigueiro nos dedos. E febre de escrita. Sentes também vontade de publicar cada post com um pouco mais de azul. Então daí as imagens azuladas.
No entanto, sempre que abres o espaço de escrita, tens tanto para dizer, que tudo se desvane e só ficam ideias soltas de projectos que podias começar mas sabias que nunca irias acabar. Porque te conheces bem nesse aspecto e sabes que a meio de algo, perdes-te no teu próprio mundo. Que já deverias conhecer bem... Mas não te censuro. Com um mundo tão complicado como o teu, seria preciso um mapa para encontrares o teu próprio mapa."
"Cara consciência. Quem lhe disse que eu me quero encontrar na minha mente? Se andar perdida, sei de tudo um pouco. E um pouco de tudo.
Se me fixo num ponto, fico muito boa nesse campo, e perco tudo o resto!! Quero continuar a tactear os cantos do meu cérebro, à procura de lamparinas. Porque eu tenho o caminho feito. Está é muito escuro! E o caminho é comprido e confuso. Baaah, eu sabia que deveria ter colocado umas placas em Braille para o caso da luz fundir >.< ... "
"Carolina, amiga. Está certo que é bom saberes um pouco de tudo.
Mas, se souberes um pouco de tudo, ficas sem saber nada. Porque um pouco de algo, nunca é a sua totalidade. Logo, sabes apenas meias partes, um terços e uns quartos de informação. Que, quando incompletas, são-te inúteis.
E depois. Cara Carolina. Toda a gente tem mais tendência para uma certa arte, um certo estudo. E o facto de te focares num, não te faz esquecer outros."
"Consciência T_T baaah >.< ... Má.... <.<
Sou tão triste que nem a batalha interior que travo contra a minha própria consciência, sou capaz de vencer!
Não tens vergonha de me fazeres sentir tão estúpida perante o meu ilustre blog??"
"Carolina, ouve-te bem. O que raio estás para aí a dizer? Acorda de uma vez desse sonho confuso, alia-te a mim e seremos capazes de grandes feitos!! Vem, tu completas-me e eu sou a metade que te falta. Duas peças que encaixam numa só e formam a tua personalidade."
"Mas... Tenho medo... Porque não posso ser eu a comandar??"
"Porque tu és uma chorona emocional que nunca sabe bem o que quer. E é para isso que estou cá eu. O teu total oposto. Que tem contra-argumentos para quase todos os teus argumentos e te faz cair na realidade. É ou não verdade?"
"Baah... Eu <.<
Pronto, pronto <.< Mandas tu então consciência..."
"Eu não sou apenas a tua consciência. Sou a tua outra metade! A mais realista e menos positiva. Admiro-te mesmo sabendo que nem sempre és feliz."
"Baaah... Sejas lá o que fores. Obrigada por este momento estranhamente aliviante o.o e esclarecedor o.o que por sua vez me trouxe mais dúvidas que ocuparam os lugares recém disponíveis.
Mas creio que só assim é possivel filosofar."
"Certo. Já estás de novo a voltar para mim e eu para ti."
"Boa noite, lata de sardinhas."
"... ? Porque raio disseste isso?"
"Porque me apeteceu."
Pergunto-me o que me leva a escreve-los :o !!
Respondo a mim mesma:
"Cara Carolina. Escreves isto porque sentes um estranho formigueiro nos dedos. E febre de escrita. Sentes também vontade de publicar cada post com um pouco mais de azul. Então daí as imagens azuladas.
No entanto, sempre que abres o espaço de escrita, tens tanto para dizer, que tudo se desvane e só ficam ideias soltas de projectos que podias começar mas sabias que nunca irias acabar. Porque te conheces bem nesse aspecto e sabes que a meio de algo, perdes-te no teu próprio mundo. Que já deverias conhecer bem... Mas não te censuro. Com um mundo tão complicado como o teu, seria preciso um mapa para encontrares o teu próprio mapa."
"Cara consciência. Quem lhe disse que eu me quero encontrar na minha mente? Se andar perdida, sei de tudo um pouco. E um pouco de tudo.
Se me fixo num ponto, fico muito boa nesse campo, e perco tudo o resto!! Quero continuar a tactear os cantos do meu cérebro, à procura de lamparinas. Porque eu tenho o caminho feito. Está é muito escuro! E o caminho é comprido e confuso. Baaah, eu sabia que deveria ter colocado umas placas em Braille para o caso da luz fundir >.< ... "
"Carolina, amiga. Está certo que é bom saberes um pouco de tudo.
Mas, se souberes um pouco de tudo, ficas sem saber nada. Porque um pouco de algo, nunca é a sua totalidade. Logo, sabes apenas meias partes, um terços e uns quartos de informação. Que, quando incompletas, são-te inúteis.
E depois. Cara Carolina. Toda a gente tem mais tendência para uma certa arte, um certo estudo. E o facto de te focares num, não te faz esquecer outros."
"Consciência T_T baaah >.< ... Má.... <.<
Sou tão triste que nem a batalha interior que travo contra a minha própria consciência, sou capaz de vencer!
Não tens vergonha de me fazeres sentir tão estúpida perante o meu ilustre blog??"
"Carolina, ouve-te bem. O que raio estás para aí a dizer? Acorda de uma vez desse sonho confuso, alia-te a mim e seremos capazes de grandes feitos!! Vem, tu completas-me e eu sou a metade que te falta. Duas peças que encaixam numa só e formam a tua personalidade."
"Mas... Tenho medo... Porque não posso ser eu a comandar??"
"Porque tu és uma chorona emocional que nunca sabe bem o que quer. E é para isso que estou cá eu. O teu total oposto. Que tem contra-argumentos para quase todos os teus argumentos e te faz cair na realidade. É ou não verdade?"
"Baah... Eu <.<
Pronto, pronto <.< Mandas tu então consciência..."
"Eu não sou apenas a tua consciência. Sou a tua outra metade! A mais realista e menos positiva. Admiro-te mesmo sabendo que nem sempre és feliz."
"Baaah... Sejas lá o que fores. Obrigada por este momento estranhamente aliviante o.o e esclarecedor o.o que por sua vez me trouxe mais dúvidas que ocuparam os lugares recém disponíveis.
Mas creio que só assim é possivel filosofar."
"Certo. Já estás de novo a voltar para mim e eu para ti."
"Boa noite, lata de sardinhas."
"... ? Porque raio disseste isso?"
"Porque me apeteceu."
" Não sabia que as palavras trocavam segredos entre si :o !! "
Bem, à cerca do título do blog, não pensem que é algo de muito fantástico. É apenas inspirado nos meus livros de português do segundo ciclo x3 ...
Sim. O livro chama-se "o segredo das palavras".
(Apenas senti que deveria explicar o porquê do titulo)
E agora, algo que escrevi durante o dia de hoje:
-- Faz sol lá fora. Mas chove cá dentro.
As mãos, movem-se como que sozinhas. E o piloto automático manda-te escrever, embalado pelo som da música. Aquela suave música que nunca pára de tocar enquanto eu a quiser ouvir. E o burburinho de fundo, oh, essa doce recordação do mundo real, acorda-te e faz-te perceber que afinal, vives num mundo muito diferente daquele no qual sonharas viver...
E os sorrisos despreocupados daqueles que vivem o momento e nada temem do futuro, vira a melodia da tortura. A inevitável preocupação daqueles que não se contentam com o presente. E a nunca morta esperança. Que perene, persiste pelos tempos. Decepando a realidade e enchendo de ilusões este mundo já por si tão triste. --
E foi isto.
Agora, sobre o tempo. E sobre o homem. E sobre umas coisas x3
-- E enquanto as horas se tornam dias. E os dias se tornam noites. De 12 em 12 horas. E as semanas convertem-se em meses. E os meses passam a anos.
E o tempo passa. E vai passando.
E o homem erra. E vai errando.
E o homem ama. E vai amando.
E o homem tenta. E vai tentando.
E o homem sofre. E vai sofrendo.
E eu? Aprendo. E vou aprendendo.
Que o homem vive. E assim vai vivendo... Mesmo que aos poucos, esteja morrendo...
Endo. Endo. Endo. Endo. Endo.
Ou seja, End (fim) o . "Endo-o" - "Finalizo-o" - "Acabo-o".
E o azul. É uma cor bonita.
Sim. O livro chama-se "o segredo das palavras".
(Apenas senti que deveria explicar o porquê do titulo)
E agora, algo que escrevi durante o dia de hoje:
-- Faz sol lá fora. Mas chove cá dentro.
As mãos, movem-se como que sozinhas. E o piloto automático manda-te escrever, embalado pelo som da música. Aquela suave música que nunca pára de tocar enquanto eu a quiser ouvir. E o burburinho de fundo, oh, essa doce recordação do mundo real, acorda-te e faz-te perceber que afinal, vives num mundo muito diferente daquele no qual sonharas viver...
E os sorrisos despreocupados daqueles que vivem o momento e nada temem do futuro, vira a melodia da tortura. A inevitável preocupação daqueles que não se contentam com o presente. E a nunca morta esperança. Que perene, persiste pelos tempos. Decepando a realidade e enchendo de ilusões este mundo já por si tão triste. --
E foi isto.
Agora, sobre o tempo. E sobre o homem. E sobre umas coisas x3
-- E enquanto as horas se tornam dias. E os dias se tornam noites. De 12 em 12 horas. E as semanas convertem-se em meses. E os meses passam a anos.
E o tempo passa. E vai passando.
E o homem erra. E vai errando.
E o homem ama. E vai amando.
E o homem tenta. E vai tentando.
E o homem sofre. E vai sofrendo.
E eu? Aprendo. E vou aprendendo.
Que o homem vive. E assim vai vivendo... Mesmo que aos poucos, esteja morrendo...
Endo. Endo. Endo. Endo. Endo.
Ou seja, End (fim) o . "Endo-o" - "Finalizo-o" - "Acabo-o".
E o azul. É uma cor bonita.
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